sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Mandela

Frente a tantas mudanças e ações ocorrendo no Brasil e em todo o mundo, a partida de Mandela é um bom momento para reflexão sobre o que estamos passando...
Quem não conhece, procurem saber mais a fundo a história desse grande ser, quem já conhece, vale a pena relembrar. ;)

Reflitam: Quem somos? Onde estamos? O que queremos?

SAWABONA-SHIKOBA


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Música & Tecnologia

Música é algo que transcende a razão, pode causar os mais diversos efeitos, ainda mais se unida à tecnologia da maneira como fez a startup Interlude lançando o clipe oficial de "Like a Rolling Stone" de Bob Dylan. A diferença toda está na interatividade, então aproveite e vá trocando entre os 16 canais disponíveis enquanto Bob canta!





Fonte: Brainstorm9

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Meditação: Não é o que você pensa.

SAWABONA!

Segue um ótimo artigo sobre a meditação, do blog "Cultivando o Equilíbrio", que foi traduzido por Binho Barreto, revisado por Jeanne Pilli e o texto original é de Wendy Hasenkamp do Mind and Life Institute.

Em seguida há um vídeo feito pelo Master Choach, Saulo Fong, onde você pode realizar um exercício de meditação guiado por ele.
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Você tem familiares, amigos, colegas que dizem que não conseguem meditar?
A neurocientista residente do Mind and Life Institute, Wendy Hasenkamp, explora os equívocos populares sobre meditação e as razões para se continuar tentando.
Quando eu explico para alguém que estou envolvida em pesquisa sobre meditação, não é incomum ouvir: “Ah, meditação – eu tentei. Mas não consigo meditar.”
Essa resposta me traz um misto de emoções com partes iguais de tristeza e frustração, junto com uma grande dose de motivação.
Tristeza porque as pessoas tiveram experiências com a meditação em uma perspectiva negativa e a associaram a uma sensação de ter fracassado. Frustração porque essa associação sempre vem de um mau entendimento cultural sobre o que é a meditação (e o que deve se sentir quando pratica). E motivação: para mudar essa percepção equivocada, para que aqueles que estiverem interessados possam experimentar os benefícios da prática da meditação.
Se você fizer uma rápida pesquisa de imagens sobre meditação na internet, o que você irá encontrar será uma representação bem popular: pessoas sentadas com pernas cruzadas, olhos fechados, parecendo serenas e livres de pensamentos, alguns com raios de luz saindo de suas cabeças. Se você conversar sobre isso com alguém que medita regularmente descobrirá que essa imagem está bem longe da realidade da meditação. Especialmente no caso de iniciantes.
Externamente, o corpo pode estar calmo (e isso pode levar algum tempo para ser alcançado), mas internamente a mente sempre parece um emaranhado confuso de pensamentos e emoções. Isso é normal. De fato, embora a meditação signifique muitas coisas para muitas pessoas, na minha perspectiva, ela não significa alcançar um estado mental extasiante e “vazio”. A cessação do pensamento é possível (ao menos foi o que ouvi), mas para mim isso seria como um efeito colateral. Na realidade, a meditação é umprocesso de investigação da sua própria mente e de mudança da forma como você se relaciona com seus pensamentos.
Na sociedade ocidental, o primeiro estilo de meditação usualmente ensinado, chamado “mindfulness” ou prática da atenção focada, consiste em tentar manter sua atenção nas sensações relacionadas à respiração. Apenas isso, em geral durante 10 minutos para começar. E isso é mais fácil de ser dito do que feito. Experimente e veja por si mesmo. Quase imediatamente você irá se deparar com muitos pensamentos saltando e tirando a sua atenção da respiração: uma desavença recente, listas de compras, vontade de tomar café, agitação e nervosismo por causa de um compromisso futuro… Isso é natural. Surgem pensamentos e emoções associadas a eles. Em algum momento você perceberá que a sua mente para de oscilar, que você se separa daquele trem de pensamentos e distrações e volta para a respiração. E então isso acontece novamente. E novamente. E novamente.
O esforço na meditação em geral surge porque nossos objetivos estão mal elaborados. O que frequentemente não é compreendido é o fato de que as instruções para meditar não são de fato o objetivo da meditação. Em outras palavras, embora estejamos procurando manter o foco na respiração, o verdadeiro objetivo é conhecermos melhor as nossas próprias mentes. Fazemos isso criando condições para os pensamentos aflorarem e para podermos observá-los sem julgamento. Quando entendemos que os pensamentos irão surgir inevitavelmente, e que são necessários para que o processo tenha sentido, nós podemos relaxar e deixá-los acontecer. Com a prática, começamos a entender que os pensamentos e emoções que naturalmente surgem irão também naturalmente se dissolver. Nós entendemos que não é sempre necessário segui-los e que eles não são tão “reais” quanto parecem.
Ao longo da última década, neurocientistas como eu têm se interessado cada vez mais em estudar como a meditação afeta o cérebro e o corpo. O número de estudos conduzidos por ano nesse novo campo da ciência contemplativa está crescendo exponencialmente, com mais do que 200 estudos publicados só no último ano.
E porque todo esse interesse?
As pesquisas até o momento demonstraram vários benefícios da meditação, desde o aumento da atenção e melhora do rendimento em exames, à redução do estresse e melhora da imunidade. Como o campo de pesquisa continua a florescer e os estudos clínicos têm se tornado cada vez mais rigorosos – empregando metodologias padrão ouro com grupos controle e randomização – nós estamos ganhando um entendimento muito mais refinado sobre a aplicação das práticas contemplativas. Em outras palavras, que tipo de prática funciona melhor para quais finalidades e para quais populações? Os modelos cognitivos começaram a ser empregados para revelar como a meditação funciona do ponto de vista psicológico, um importante passo para formatar futuras pesquisas que irão nos dar um mapa mais claro da mente. E indo além da psicologia, os pesquisadores estão procurando tornar mais claro como mudanças cognitivas e neurais produzidas pela meditação podem afetar os nossos corpos físicos, tornando-nos mais saudáveis e resilientes em resposta ao estresse do mundo moderno.
Embora as pessoas pareçam pensar que a habilidade de meditar é determinada pelo DNA – ou você é capaz de meditar ou não – como a maior parte das habilidades, a capacidade cognitiva para a meditação pode ser treinada. Confirmando milhares de anos de evidências vindas de tradições contemplativas como o budismo, a ciência moderna está agora demonstrando isso de seu próprio jeito. Da mesma maneira que ir à academia e levantar pesos desenvolve os seus músculos, quando você repetidamente pratica uma habilidade mental – seja manter sua atenção em um determinado foco, fazer contas matemáticas ou aprender um idioma – você constrói circuitos em seu cérebro. O que a ciência está provando é que com intenção e prática diligente, você pode literalmente transformar o seu cérebro.
Esse entendimento representa uma revolução para neurocientistas e psicólogos que por décadas pensaram que o cérebro era “imutável” a partir do final da adolescência. Muitos acreditavam que era ainda possível aprender novas informações, mas em termos de personalidade e potencial inato, um cérebro humano estava completamente estruturado por volta dos 20 anos de idade. Claro, existirão sempre limitações devido às interações entre os genes e o meio ambiente mas, para a maioria de nós, a janela de possibilidades é muito mais ampla do que se acreditava anteriormente. E é evidente que a meditação pode ter um papel importante na plasticidade do cérebro.
Estudos que examinaram a estrutura do cérebro demonstraram que a meditação está associada ao aumento da densidade da massa cinzenta do cérebro, aumento da espessura cortical e aumento da integridade de conexões entre regiões cerebrais importantes para o controle cognitivo. Trabalhos recentes mostram que quanto maior a quantidade de horas de meditação, maior será a quantidade de dobras corticais da insula – uma área importante para integração autônoma, emocional e cognitiva. Algumas das minhas próprias pesquisas demonstraram que meditadores mais experientes apresentam maior coerência da atividade cerebral nas redes ligadas à atenção, e também entre regiões de controle da atenção e áreas envolvidas com divagações mentais. Isso sugere uma habilidade para concentração e para “soltar” pensamentos intrusos que pode ser treinada.
Deixando a ciência um pouco de lado, o que a realidade da prática de meditação significa em última análise é que é possível ensinar novos truques a um cão velho. O processo leva tempo e uma boa dose de dedicação e esforço, mas com prática você pode desenvolver uma nova forma de se relacionar com seus pensamentos e emoções. E isso significa que é realmente possível escolher como você pensa e, consequentemente, quem você é.
Mas não tome por verdade o que estou dizendo. O próprio Buda disse a seus alunos para não aceitarem algo simplesmente porque uma autoridade disse ser verdade; em vez disso, teste você mesmo e veja se está de acordo com a sua própria experiência. Eu aposto que se você colocar a meditação seriamente à prova, você irá ver – e sentir – os benefícios por si mesmo.
winter2013newsletter_image19Wendy Hasenkamp, PhD, é diretora científica do Mind and Life Institute. Como neurocientista e praticante contemplativa, se interessa em compreender como a experiência subjetiva é representada no cérebro, e como a mente e o cérebro podem ser transformados e desenvolvidos por meio da experiência e da prática. Ela também tem contribuído para o desenvolvimento do currículo, ensino e criação de livros didáticos de neurociência para o Emory Tibet Science Initiative, que visa integrar a ciência no sistema de educação monástico tibetano na Índia.
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Meditação Online - Exercício

Saulo Fong


SHIKOBA!

domingo, 22 de setembro de 2013

Mantenha o equilíbrio vivendo com coerencia

Para mantermos um estado saudável é necessário que estejamos em equilíbrio constante, a desordem, seja ela física, mental, emocional ou espiritual, aparece quando estamos em desequilíbrio. Mas que desequilíbrio?
Um dos pontos fundamentais para estarmos em harmonia é a coerência entra nossa essência e nossas atitudes, nossa vida.

Para que tenhamos um vida saudável e chegarmos ao fim dela em harmonia, temos que refletir constantemente (Quem sou eu? - O que eu quero?/Por quê? - Onde estou?/Por quê?) para nos conhecermos e termos maior consciência.


Segue uma matéria de 2012 publicada pelo site da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, sobre os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais.

É um bom ponto para mantermos a reflexão em nossas vidas.

SAWABONA-SHIKOBA

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Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bronnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.

Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim

“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.
“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.
“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.
“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.
“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.

3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.
“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.
“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.
“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.
“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz

“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.
“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.
“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.

Dica da especialista

“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.
“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.

De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.

Fonte: Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Os Chakras Iluminados

Esse é é uma pequena introdução ao mundo dos Chakras de  através da ativação da Kundalini e é de autoria  de Anodea Judith.


Veja também mais detalhes sobre os Chakras na nossa página do facebook.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Aulas de Circo Funcional


As aulas orientadas por Tiago Barbosa de Tutti Mendes, são desenvolvidas sobre a base de exercícios funcionais, visando preparação corporal, através de exercícios dinâmicos, inteligentes e eficientes, com educativos e corretivos.
Aulas Divertidas e descontraídas visando a Completa Funcionalidade do Corpo e Mente!

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Sessões de Reiki

Imagine que viver é caminhar em uma trilha, e no decorrer do tempo você pode perceber que existem muitos obstáculos na trilha, podendo, com o tempo, vir a ser completamente obstruída tornando-se impossível continuar a jornada.

O trabalho realizado na aplicação do Reiki, tem como objetivo auxiliar o indivíduo a desobstruir essa trilha, podendo voltar a caminhar livremente.

O Reiki é uma ferramenta que, como qualquer outra, somente auxilia a todos que quiserem ser auxiliados.

O objetivo final de um tratamento é que o indivíduo aprenda a manter sua trilha desobstruída tornando-se independente em seu caminho.

Marque sua sessão - raphagal@gmail.com / (11) 971 077 570
R$ 65,00.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Projeto Okilombos - ETAPA 1


Oque é Okilombos?

Okilombos é uma iniciativa do grupo Okilombo e que busca realizar mudanças significativas na sociedade através da Arte e da Cultura, rompendo com o antigo sistema de ensino-aprendizagem, fazendo com que crianças, adolescentes, adultos e idosos desenvolvam seus aprendizados através de atividades que lhe despertem o interesse verdadeiro.

O projeto surgiu em uma conversa entre Raphael “Macaco” Galvano e Alessandro “Lekão” Mendes, no início de 2012 sobre a continuidade de atividades realizadas anteriormente na “Casa de Barro” (Associação que realizava atividades artístico-culturais para a comunidade em geral e encerrou suas atividades no final de 2011), onde o trabalho realizado com as crianças de uma creche mostrou um resultado positivo durante e após o término das atividades.

Sem um espaço físico próprio, a ideia que surgiu, foi para dar continuidade a essas atividades nos próprios locais da comunidade (escolas, praças, creches, entre outros).

O ano de 2012 foi praticamente todo para o amadurecimento dessa ideia, enquanto o Grupo Okilombo surgia oficialmente.

Em 2013, já com a ideia do projeto mais madura e a possibilidade de iniciar as atividades em um pequeno espaço alugado (Espaço Okilombo), inicia a primeira etapa do Projeto Okilombos.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Ao dia 13 de Maio...



Código Penal da República dos Estados Unidos do Brasil

(Decreto número 847, de 11 de outubro de 1890)

Capítulo XIII -- Dos vadios e capoeiras


Art. 402. Fazer nas ruas e praças públicas exercício de agilidade e destreza corporal conhecida pela denominação Capoeiragem: andar em carreiras, com armas ou instrumentos capazes de produzir lesão corporal, provocando tumulto ou desordens, ameaçando pessoa certa ou incerta, ou incutindo temor de algum mal;


Pena -- de prisão celular por dois a seis meses.


A penalidade é a do art. 96.


Parágrafo único. É considerada circunstância agravante pertencer o capoeira a alguma banda ou malta. Aos chefes ou cabeças, se imporá a pena em dôbro.


Art. 403. No caso de reincidência será aplicada ao capoeira, no grau máximo, a pena do art. 400.


Parágrafo único. Se fôr estrangeiro, será deportado depois de cumprida a pena.


Art. 404. Se nesses exercícios de capoeiragem perpetrar homicídio, praticar alguma lesão corporal, ultrajar o pudor público e particular, perturbar a ordem, a tranqüilidade ou segurança pública ou for encontrado com armas, incorrerá cumulativamente nas penas cominadas para tais crimes.



*A prática da capoeira só veio a ser permitida por lei em 1937.

Dona Isabel

Mestre Toni Vargas

Dona Isabel que história é essa
de ter feito abolição
De ser princesa boazinha que libertou a escravidão
To cansado de conversa,
to cansado de ilusão
Abolição se fez com sangue que inundava este país
Que o negro transformou em luta,
Cansado de ser infeliz
Abolição se fez bem antes e ainda há por se fazer agora
Com a verdade da favela,
E não com a mentira da escola
Dona Isabel chegou a hora
De se acabar com essa maldade
De se ensinar aos nossos filhos,
O quanto custa a liberdade
Viva Zumbi nosso rei negro,
Que fez-se herói lá em Palmares
Viva a cultura desse povo,
A liberdade verdadeira
Que já corria nos Quilombos,
E já jogava capoeira
Iêêê viva Zumbi...
Iê libertador...

Retalhos de Mestre Toni Vargas Cap. 7 (http://abeiramar.tv/)

Bushido Okilombo - Mandela


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Princípios de Treinamento - homeostase


A Homeostase é abordada aqui, de um modo que possa ser interpretada em qualquer tipo de desenvolvimento evolucional, seja Físico (Força, Resistência, Flexibilidade, etc.) , Mental (Meditação, Aprendizagem, Velocidade de Raciocínio, etc.) ou Emocional/Espiritual (as mais diversas abordagens).



I - A barra laranja representa o nível atual homeostático.

II - A barra vermelha representa o stress, desgaste, esforço, trabalho realizado, em qualquer aspecto, atingindo-se um ponto específico onde esse estímulo é finalizado.

III - A barra azul representa a recuperação do estímulo sofrido, recuperando 100% do desgaste chegando novamente ao ponto inicial.

IV - A barra verde representa a recuperação de reserva, que é realizada automaticamente pelo sistema em questão especificamente para se preservar de um futuro novo estímulo desgastante, chegando a um ponto máximo específico, ficando dessa forma, preparado para receber um futuro estímulo desgastante.

V - Se um novo estímulo desgastante não for gerado em um tempo determinado o sistema retorna ao aspecto original, retornando ao ponto de origem.


Aqui é apresentado uma gráfico de um aspecto evolucional de um sistema

I- Realiza-se um estímulo até um determinado nível de desgaste;

II - Realiza-se a recuperação até atingir o nível original homeostático;

III - Atinge-se o nível máximo da recuperação de reserva;

IV - Iniciando-se nesse momento, um novo estímulo de desgaste.



I- Realiza-se um estímulo até um determinado nível de desgaste;

II - Realiza-se a recuperação até atingir o nível original homeostático;

III - Atinge-se o nível máximo da recuperação de reserva;

IV - Inicia-se tardiamente um novo estímulo de desgaste.



I- Realiza-se um estímulo até um determinado nível de desgaste;

II - Realiza-se a recuperação até atingir o nível original homeostático;

III - Inicia-se um novo estímulo de desgaste nesse momento.


I- Realiza-se um estímulo até um determinado nível de desgaste;

II - Realiza-se a recuperação SEM atingir o nível original homeostático;

III - Inicia-se tardiamente um novo estímulo de desgaste.


I- Realiza-se um estímulo até um determinado nível de desgaste;

II - Realiza-se a recuperação até atingir o nível original homeostático;

III - Atinge-se o nível máximo da recuperação de reserva;

IV - Inicia-se um novo estímulo de desgaste neste momento.

V - Com a manutenção desse quadro o nível homeostático tende a "elevar-se";

VI - Após um período específico do aumento do nível homeostático, aumenta-se o nível do estímulo de desgaste para que haja a evolução de todo o processo.



Bushido Okilombo - Jung


terça-feira, 7 de maio de 2013

Termos da Capoeiragem


Às vezes alguns termos são usados no meio da capoeiragem, porém, nem sempre são compreendidos seus significados.
Por mais que a concepção do termo possa mudar conforme a pessoa, lugar ou cultura, é interessante conhecermos alguns significados desses termos.

Arte com Mestre João grande

Axé


Para os Yorubás, o asé, ou mais popularmente conhecido como axé, é a "força vital". Segundo Maupoil (citado por E. dos Santos, 1986) axé é a força invisível, a força mágico-sagrada de toda divindade, de todo ser animado, de toda coisa. Não aparece espontaneamente, precisa ser transmitida. (Fonte: Rede Afrobrasileira Sociocultural)


De acordo com o Dicionário de Expressões Afro-Brasileiras da Fundação Cultural Palmares o Axé é definido como: Energia, poder, força da natureza. Poder de realização através de força sobrenatural. A palavra Axé também pode ser usada para se referir ao terreiro, Ilê Axé (Casa de Axé).

De acordo com um conceito do Candomblé: "Energia mágica, universal sagrada do orixá. Energia muito forte, mas que por si só é neutra. Manipulada e dirigida pelo homem através dos orixás e seus elementos símbolos."

Yiê

O Yiê utilizado na capoeira, é também usado na saudação ao Orixá Ogum no Candomblé "Ogum Yiê", significando "Salve Ogum".


O Yiê (Iê) usado no início de uma roda, antes da ladainha vem como forma de saudação, invocação de energias, para "fechar o corpo", para realizar um bom jogo, e também para chamar a atenção do capoeira para o momento. O Yiê usado ao final de cada jogo ou roda serve como fechamento daquele momento, chamando a atenção da bateria, dos jogadores e todos outros participantes da roda para a pausa ou encerramento.

Mandinga

Os mandingos (em mandingo: Mandinka) são um dos maiores grupos étnicos da África Ocidental, com uma população estimada em 11 milhões. Durante os séculos XVI, XVII e XVIII, cerca de um terço da população mandinga foi embarcada para a América como escravos, após a captura em conflitos. Uma parte significativa dos afro-americanos nos Estados Unidos é descendente de mandingos.
Mandinga no Brasil Colonial era a designação de um grupo étnico de origem africana, praticantes do muçulmanismo, possuidor do hábito de carregar junto ao peito, pendurado em um cordão, pequeno pedaço de couro com inscrições de trechos do alcorão, que negros de outras etnias denominavam patuá. Depois de feita a inscrição o couro era dobrado e fechado costurando-se uma borda na outra. Via de regra por serem melhor instruídos que outros grupos e possuírem conhecimento de linguagem escrita, eram escolhidos para exercerem funções de confiança, dentre elas a de capitão-do-mato. Costumavam usar turbantes, sob os quais normalmente mantinham seus cabelos espichados. Diversos negros fugidos de outras etnias, para tentarem disfarçar o fato de não serem livres espichavam o cabelo e usavam o patuá em um cordão junto ao peito, porém sem as inscrições. Os mandinga tinham o costume de se reconhecerem mutuamente recitando trechos do alcorão uns para os outros. Caso o negro interpelado não recitasse o trecho correto, o capitão-do-mato de etnia mandinga, capturaria o fugitivo imediatamente. Outras etnias viam nessa identificação entre si como um fenômeno mágico, atribuindo muitas vezes ao patuá poderes mágicos que permitiriam ao mandinga identificar os fugitivos. (Fonte: Wikipedia)

Também refere a feitiçaria, sortilégio, dificuldade provocada por arte mágica, batota.

Na capoeira, o termo mandinga é muito utilizado, mas significa o que?

Deixo aqui essa resposta de alguns grandes nomes da capoeira.


(Trecho do documentario "Mandinga em Manhattan" de Lázaro Faria)